De novo Eu e Meus Pimpolhos

Este post na verdade está sendo republicado. Achei que a situação era oportuna para isto.

Uma das melhores coisas da minha profissão é contato diário com tantas pessoas diferentes e as amizades que são criadas, apesar da grande diferença de idade, e, conseqüentemente, de interesses.

Não é raro me deparar hoje em dia (na maior parte das vezes via internet) com ex-alunos meus que estão cursando faculdade. Alguns deles estudaram comigo na 5a série!

E eu me encho de orgulho de ter de alguma maneira participado de seu crescimento, aprendizado, e diria até mesmo de suas vidas. Aliás, num momento tão importante e marcante da vida como é a adolescência.

Alguns desses momentos ficam registrados através de uma grande paixão: a fotografia. A foto acima é do aniversário de 15 anos de Juliana, que foi minha aluna na 8a série e hoje estuda na UFF.

Abaixo, as fotos mais recentes, que os alunos andaram cobrando durante a semana. Como promessa é dívida, elas estão aí:

701
701
801

Acho que é só clicar na miniatura que abre uma janela com a foto em tamanho grande.

Qualquer problema para abrir, me comuniquem nas aulas.

Um grande abraço a todos.

Published in: on setembro 27, 2008 at 1:23 am  Comments (2)  

Eu e meus pimpolhos

Uma das melhores coisas da minha profissão é contato diário com tantas pessoas diferentes e as amizades que são criadas, apesar da grande diferença de idade, e, conseqüentemente, de interesses.

Não é raro me deparar hoje em dia (na maior parte das vezes via internet) com ex-alunos meus que estão cursando faculdade. Alguns deles estudaram comigo na 5a série!

E eu me encho de orgulho de ter de alguma maneira participado de seu crescimento, aprendizado, e diria até mesmo de suas vidas. Aliás, num momento tão importante e marcante da vida como é a adolescência.

Alguns desses momentos ficam registrados através de uma grande paixão: a fotografia. A foto abaixo é do aniversário de 15 anos de Juliana, que foi minha aluna na 8a série e hoje estuda na UFF.
ajulianai.jpgajulianaii.jpg

A seguir estão os links para as fotos dos meus atuais aluninhos:

702     –      802    –    803

(Para ver no tamanho máximo é só clicar na resolução entre parênteses abaixo da foto) 

702

802

803

Published in: on abril 27, 2007 at 8:52 pm  Comments (1)  

Não tomamos decisões, são as decisões que nos tomam a nós

“EM RIGOR, NÃO TOMAMOS DECISÕES, SÃO AS DECISÕES QUE NOS TOMAM A NÓS”.

“A prova encontramo-la em que, levando a vida a executar sucessivamente os mais diversos actos, não fazemos preceder cada um deles de um período de reflexão, de avaliação, de cálculo, ao fim do qual, e só então, é que nos declararíamos em condições de decidir se iríamos almoçar, ou comprar o jornal, ou procurar a mulher desconhecida”.

(José Saramago)

carnaval de 1997
Foto de meados de 1997, ano em que começamos a namorar.
Detalhe para a barriguinha, ou ausência dela, que denunciava ao longe os 69 Kg de então.
Hoje apresento uma considerável pança de um senhor de 94 Kg.
Aliás, quando ando, sinto mesmo o seu balançar…
Quanta diferença!

 

Todo o post é de 3 de janeiro do ano passado, foi publicado no meu fotolog. Gostei da citação do Saramago para começar bem o ano, já que essa é uma época das famosas promessas de fim de ano que todo mundo sabe que só servem como rito de passagem. Alguém se lembra do que prometeu no ano passado?

Como aproveito as férias pra colocar em dia as minhas leituras, provavelmente estava lendo Saramago nessa época. Só não lembro qual o livro.

Feliz 2007 a todos!

Published in: on janeiro 2, 2007 at 12:16 pm  Comments (2)  

Mirage

mirage

Muita gente não deve lembrar, mas houve uma época em que para fotografar a gente tinha que ir na loja, comprar um filme fotográfico, que podia ser de 12, 24 ou 36 poses, colocar o filme na máquina com todo o cuidado, porque o filme era sensível à luz e podia estragar. Depois de bater todas as 12, 24 ou 36 fotos a gente tinha que levar o filme numa loja de revelação, esperar uma hora pra ficar pronta e poder finalmente olhar as fotinhas que a gente bateu.

Das pessoas que lembram desse processo, muitas não devem lembrar que antes de ser dessa forma era ainda mais complicado: a gente ia na loja comprar um filme de 12, 24 ou 36 poses e o lojista perguntava qual filme que a gente queria, e a gente tinha que saber qual tipo de filme era compatível com a nossa máquina. Os filmes mais comuns para o grande público eram os de 110mm, 126mm ou os de 136mm. Depois tinha que colocar o filme na máquina com todo o cuidado, porque o filme era sensível à luz e podia estragar. Depois de bater todas as 12, 24 ou 36 fotos a gente tinha que levar o filme numa loja de revelação, deixar o filme lá e voltar no dia seguinte, porque não existia revelação em 1 hora. E finalmente olhar as fotinhas que a gente bateu.

Nos anos 70, um dos filmes fotográficos mais usados pelo grande público era o de 126mm, que batia fotos quadradinhas, como essa aqui. Eu me lembro bem que meu pai tinha uma maquina mirage, que usava esse tipo de filme e batia fotos quadradinhas. A máquina mirage usava um flash também quadradinho que era meio descartável, igual a pilha, quando gastava tinha que comprar outro.

É… fotografia nem sempre foi tão acessível assim. Só pra permanecer dentro do alcance das minhas lembranças, eu sempre tive vontade de fotografar, mas não podia, isso era coisa de adulto, sempre tive vontade de ter uma maquina fotográfica, mas não podia, isso era coisa de adulto. Até que no final dos anos 80 eu aprendi a fotografar num desses cursos por correspondência e meu pai finalmente comprou uma máquina pra mim, daquelas profissionais, chamadas de intercambiáveis. Máquina profissional, intercambiável? Ah, desculpa, esqueci que estou escrevendo para o grande público. Grande público? tudo bem, é verdade que este singelo blog não tem um público lá muito grande, e além do mais, isso é assunto pruma outra conversa.

anos 70

Na foto: eu, meu primo Alexandre e meu irmão Márcio brincando na sede da Abanerj em Itaipú, ali pertinho da praia, bem no finalzinho dos anos 70.

Obs: também houve um tempo em que o colorido da fotografia não era assim uma brastemp…

Published in: on novembro 4, 2006 at 6:25 pm  Comments (7)